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COMO ALCANÇAR O AMOR PRÓPRIO? #1 (Série)

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"Seu grande discurso deve sempre ser para você mesmo" Fonte: TheGlitterGuide Nesta série textual que se inicia eu abordarei alguns tópicos que, juntos, te ajudaram a alcançar, ou ao menos iluminar o seu caminho, o tão falado AMOR PRÓPRIO. Neste primeiro texto, eu o ajudarei como se localizar dentro de si e encontrar o ponto que ainda te fere. Talvez, não seja alguém, mas algo que te fez perder o amor por si. Amor próprio, em seu conceito genérico, é a capacidade de defender o seus interesses. Calma! Não confunda com egoísmo, egocentrismo ou coisas do tipo. O que ocorre é que, por coisas do passado, essas pessoas sentem-se não confiantes em si mesmas para expressar o seu desejo, a sua opinião ou simplesmente deixar que outros tomem decisões por si. Quando você deixa que outras pessoas decidam por você, abre-se uma brecha para que outros não respeitem a sua opinião. Engana-se quem pensa que o amor próprio está ligado tão somente com a baixo estima. Muitos fato...

Looking for heaven, found the devil in me...

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Foi como uma pedrada na minha cabeça. No momento que li que ele não queria nem tentar seguir adiante com “aquilo”, meu coração se partiu em pedaços. Foi muito doloroso e está sendo doloroso. E o pior, é que mesmo depois desse fora, eu não consigo seguir em frente. Todas as vezes que tento, não consigo. Há uns dois dias atrás eu tinha baixado o Tinder e o Grindr, porém, não era a mesma coisa antes dele. Não tinha a mesma emoção em receber um tap/mensagem ou dar um match. Daí, peguei e apaguei esses aplicativos. Sinto que tem algo em mim que está ligado nele de uma forma descomunal e que me faz sentir um frio na barriga, um aperto no coração, me faz perder a fome... Faz-me pensar vinte e quatro horas do meu dia nele, de querer estar com ele. Ele disse que sou muito sentimental. Na verdade, eu não sou sentimental. Nem um pouco, pra ser sincero. Mas o fato é que eu me vi apaixonado por ele rapidamente. E por não saber o que é isso há uns dois anos, eu acabei atropelando a...

Eu quero sofrer de amor até morrer.

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21.06.2018, 22:44pm Acendi um cigarro, sentei na varanda dos fundos. A lua está linda. Tirei esse tempo para me olha de forma interiorizada e ver o que precisa mudar. Infelizmente, eu não tenho uma varinha de condão, que, neste caso, tenho certeza que resolveria os meus problemas – ou pelo menos quase todos. Recentemente, conheci um menino que irei chamá-lo aqui de Bem – nome fictício, é claro. Sabe aquele amor que você sente assim que ver alguém pela primeira vez? Infelizmente ou felizmente senti isso por ele. Sei que fui bem precipitado, mas confesso que todo amor precipitado por ele valha a pena. Eu digo que fui precipitado, porque me abri logo e me ferrei – ainda estou sendo educado em não usar termos pejorativos para descrever a minha real situação. Ele é o tipo de garoto que eu queria poder colocar no colo e nunca mais o deixar fugir para longe de mim, mas infelizmente – ou felizmente – eu não posso fazer isso. E sim, dói não poder fazer isso, porque sei que...

Ah, dor... não me deixe!

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Todos me julgam. Acham que o que eles falam é o certo que eu deva seguir. Mas o fato é, que quando você não está enfrentando a dor do outro, você jamais saberá como agir. Primeiro, vamos definir o conceito de dor. Esqueça tudo o que você leu já leu nos dicionários e wikipédias da vida. A dor é um sentimento imensurável que cada indivíduo é capaz de sentir, seja ela dor de um pequeno corte ou a dor da perda de um grande amor. Cada um é capaz de suportar certo nível de dor e PASMEM ! Não é o mesmo nível que você é capaz de suportar. Muitos choram com pouca dor e outros nem sequer derramam uma lágrima diante do maior sofrimento. Isso não é sinal que seja frio ou que não se importe com o que está passando, mas é sinal de um alguém que já lutou e chorou tanto que não tem mais uma gota d’água para si dar. Outras vezes, a circunstância da situação o faz construir uma fortaleza ao redor dos seus problemas, tornando-o impenetrável, mas nunca insensível . Ao longo da vida esta...

Mundo Cruel

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Leia este texto ouvindo o CD Ultraviolence da Lana Del Rey. As músicas que me acompanharam nessa escrita estarão contidas no final do texto. Foto de autoria própria. Para ver mais me siga no Instagram @vikguima. Era tarde quando me ligou e eu estava quase cochilando no sofá. — Alô?! Sua voz me estremeceu e não pude dizer uma palavra se quer. Eu estava parado, pensava não mais ouvir a sua voz, ter a sua presença. Respondi com um singelo e assustado “olá”. Ele tinha ficado mudo por alguns segundos – creio que estava pensando em algo para me dizer. Talvez o seu sumiço repentino. Até que finalmente ele perguntou: — Como você está? Eu não me contive e o questionei: — Como você queria que eu estivesse depois que você me deixou? Eu estou mal, ainda me recuperando de sua perda e você? Eu tive medo dele desligar o telefone e não me ligar nunca mais, mas o inesperado aconteceu e ele me respondeu timidamente e com uma voz trêmula. Conversamos por horas e marcamos de nos encontr...